Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ARTE URBANA (parte 1) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Observação: Wikipedia nao é uma fonte totalmente confiavel oara ser usada como fonte unica de  pesquisa porem como esta modalidade é mais nova e as informaçoes encontradas foram somente estas entao... 

Arte urbana (parte 1) Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


       The lovers. Estêncil de Banksy, em Bristol, Inglaterra.

    Arte Urbana ou street art - é a expressão que refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se da manifestações de caráter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo.
   As princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Graffiti ao Estêncil, passando por stickers, cartazes lambe-lambe (também chamados poster-bombs), intervenções, instalações, flash mob, entre outras. São formas de pessas sozinhas, expressarem os seus sentimentos atraves de desenhos.

     A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas culturalistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo culturalista de Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação "culturalista" tem o cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido lato) para identificar o "refinamento" de determinados traços executados pelos urbanistas ao "desenharem" a cidade.

A pixação paulista é única no mundo.
Da necessidade de flexibilidade no desenhar da cidade surgiu a figura dos planos­­ de gestão. Este facto fez cair em desuso o termo Arte Urbana, ficando a relação entre Arte e cidade confinada durante anos à expressão Arte Pública.

   Dada a dificuldade de enquadramento das inscrições murais feitas à revelia das autoridades e proprietários no conceito de arte pública, assiste-se a um ressurgimento da designação de "Arte Urbana" que passou a incluir todo o tipo de expressões criativas no espaço colectivo. Esta designação adquiriu assim um novo significado e pretende identificar a Arte que se faz no contexto Urbano à margem das instituições públicas.

E assim me despeço.

Proxima postagem Arte urbana (parte 2) Sticke Art 1/03

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   Quando criei este blog, na verdade foi meio despretensioso pois queria apenas divulgar sobre o meu trabalho que muitas vezes não acho bom e nem é para ser colocado em museus. Tanto que o blog ficou um tempo parado. Depois comecei a colocar curiosidades sobre arte e isso passou a ficar constante e agora tornou obrigação postar aqui (caso eu ache algo interessante) mesmo quando estou lendo algo para mim mesmo. Escrever este blog, me fez ter consciência sobre meu trabalho e me despertou um interesse maior sobre teorias de arte e leitura de imagem e assim mostrar o que aprendi ou o que li a todos que aqui visitam.  Vi que gostava de ensinar mesmo de maneira informal (educação formal é aquela da escola fundamental ensino médio e superior que é obrigatória,a educação não formal são aqueles cursinhos que se matricula para ter um conhecimento sobre algo que não é ensinado nas escolas normais ou em monitorias educativa já a educação informal é isso, você ler um livro, um jornal ou alguém te dar um conselho). E acho que conhecimento deve ser feito assim sem compromisso de notas ou ser forçado, deve partir naturalmente. Por isso agradeço a cada um que entra neste blog mesmo que somente para olhar e que consegue aprender um pouco assim como eu. Quem tiver algo sobre arte para mostrar pode me enviar por e-mail, gosto sempre de aprender novidades e ouvir comentários construtivos.
   Obrigada

Atenciosamente Laura Teixeira de Oliveira uma eterna pesquisadora e aluna :)                                

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O QUE É INTERVENÇAO URBANA?

   
Imagem de uma intervenção urbana em Curitiba pega na internet

Intervenção Urbana 
termo utilizado para designar os movimentos artísticos relacionados às intervenções visuais realizadas em espaços públicos. No início, um movimento underground que foi ganhando forma com o decorrer dos tempos e se estruturando. Mais do que marcos espaciais, a intervenção urbana estabelece marcas de corte. Particulariza lugares e, por decupagem, recria paisagens. Existem intervenções urbanas de vários portes, indo desde pequenas inserções através de adesivos (stickers) até grandes instalações artísticas.
"O que hoje chamamos de intervenção urbana evolve um pouco da intensa energia comunitária que floresceu nos anos de chumbo. Os trabalhos dos artistas contemporâneos, porém, buscam uma religação afetiva com os espaços degradados ou abandonados da cidade, com o que foi expulso ou esquecido na afirmação dos novos centros. Por meio do uso de práticas que se confundem com as da sinalização urbana, da publicidade popular, dos movimentos de massa ou das tarefas cotidianas, esses artistas pretendem abrir na paisagem pequenas trilhas que permitam escoar e dissolver o insuportável peso de um presente cada vez mais opaco e complexo." Maria Angélica Melendi
"Cabe observar que, atualmente nas artes visuais, a linguagem da intervenção urbana precipita-se num espaço ampliado de reflexão para o pensamento contemporâneo. Importante para o livre crescimento das artes, a linguagem das intervenções instala-se como instrumento crítico e investigativo para elaboração de valores e identidades das sociedades. Aparece como uma alternativa aos circuitos oficiais, capaz de proporcionar o acesso direto e de promover um corpo-a-corpo da obra de arte com o público, independente de mercados consumidores ou de complexas e burocratizantes instituições culturais." Wagner Barja
"Houve um tempo em que o termo intervenção era privilégio legítimo de militares, estrategistas ou planejadores e o urbano adjetivava o futuro ainda longínquo para a maioria da população mundial. Se a intervenção urbana foi, no século XX, predominantemente heterônoma, uma ordem vinda de cima, a partir da segunda metade deste mesmo século, os artistas começaram a interceptar tal heteronomia e a apropriar-se da possibilidade de intervir no mundo real e na cultura, irreversivelmente urbanos. Neste curto intervalo histórico, diversas iniciativas artísticas realizadas fora dos museus e galerias, dos palcos e dos pedestais buscaram novas relações socioespaciais e consolidaram a idéia de intervenção urbana em dois rumos: como estratégia de transformação física (monumentos também heterônomos) ou como tática de uso da cidade e da cultura (interferências efêmeras, imagéticas, móveis, colaborativas). Atuando através de forças imprevistas, de conflitos de tradução e da expansão das noções e hierarquias tradicionais do espaço, tais práticas (a deriva, o minimalismo, a land art, o building cut, o happenning, o site-specific, etc.) desmontaram de uma vez por todas a ideia clássica de arte baseada no consenso e possibilitaram a emergência complexa e indelével da noção de público. E se hoje a expressão intervenção urbana soa como lugar comum até no mais remoto rincão sonhado pelos landartistas ­– quando o território está globalmente esquadrinhado pelos satélites, parcelado pelos interesses imobiliários e maculado pela latinha de Coca-Cola abandonada – o espaço público continua a ser uma das promessas não cumpridas da cidade. Público que, obviamente, não se refere apenas à ideia de audiência ou espectadores, mas a um conjunto de redes e espaços de participação e autonomia que conformam o território “de todos” na cidade, na diversidade dos seus aspectos sensíveis. Uma breve e provisória taxonomia do espaço público no contexto da arte atual delineia, em maior ou menor grau, o desejo – poético, político, coreográfico – de propor contribuições para futuros renovados que permitam que o senso de coletividade e a prática espacial crítica exerçam-se na cidade: (1) as experiências artísticas construídas sob a ideia do espaço público como mera localização testemunham o esvaziamento de suas redes territoriais, quando a cidade é utilizada apenas como lugar de exibição ou palco especial; (2) o espaço público entendido como processo e negociação retoma a esfera pública com seus conflitos e diversas vozes, tentando ver emergir discursos e possibilidades; (3) o espaço público como lugar de estudo corográfico tenta se aproximar das investigações geográficas e geopolíticas, repensando a arte através das experiências dos territórios de intolerância mundial; (4) o espaço público como prática de mapeamento performativo apresenta a ideia do mapa pessoal como escritura crítica de navegação da cidade; (5) o espaço público virtual lida com a emergência dos aparatos globais de medição, comunicação e monitoração do espaço, num alargamento redundante da esfera pública.." Renata Marquez e Wellington Cançado
  • Artistas e grupos

...realizadores de intervenção urbana:

Saiba mais sobre Intervenção Urbana

  • Rizoma.net

  O Rizoma.net foi um importante site que abrigou rico acervo de artigos sobre ativismo e intervenção urbana. O site saiu do ar em 2009, mas seus textos podem ser acessados a partir destes links:

Fontes:

Proxima Postagem: 22/02 "Arte urbana (parte 1)"

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SOBRE O NOVO NA ARTE


    No tópico do dia 18/01, citei que tudo em arte de certa forma já foi criado.Não há novidades no ramo apenas uma reestruturação do que já existe e aqui esta um texto que comprova isso (não apenas no ramo da arte mas na vida em geral)

 ARQUÉTIPOS (modelos): O Nosso Programa Básico
                                                                                                     Leonardo Mourão

   Se você se considera um livre pensador, com uma mente indendependente o suficiente para ideias únicas, absolutamente inovadoras, que jamais ocorreram a outros seres humanos, é melhor pensar de novo. Ao analisarmos os princípios da psicologia analítica, fundada pelo psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), concluiremos que a maior parte daquilo que pensamos, conjecturais e acreditamos ter sido descoberto por nos mesmos já foi pensada, já esta escrita, já esta descrita e, de certa maneira, já era pré determinada.
    Isso não acontece porque antes de nós outros bilhões de homens e mulheres já pensaram, imaginaram e sonharam todas as possibilidades existentes sobre a mesa. Como se fosse possível já terem se esgotado todas as ideias e sacadas. Não, o que faz com que as linhas gerais do nosso comportamento corram pelos mesmos trilhos - tenhamos nascidos em São Paulo, nas Ilhas Salomão ou há 20 mil anos nas savanas africanas - é a existência de esquemas mentais que habitam, de forma indefinida e eterea, os mais profundos recônditos de nossa mente. São os chamados arquétipos ou, como a psicologia junguiana também os classifica, o inconsciente coletivo.
    Acreditar nisso costuma ser um desafio para a nossa autoestima, mas a exaustiva pesquisa realizada por Jung, e confirmada metodicamente por ele na analise de centenas de pacientes, mostram que nós todos compartilhamos essa serie de impressões mentais inconscientes - independentemente da nossa origem, cultura e raça, que são determinantes para sermos o que somos. Assim, ao nascermos, já trazemos em nossas mentes imagens genéticas e poderosas da figura da mãe, do pai, de futuros parceiros, filhos, nascimento e morte. Isso mesmo antes de falarmos ou termos pensamentos conceituais,lógicos. Essas imagens serão o norte de nossa jornada; o ponto de referencia, a estrutura sobre a qual construiremos nossas vivências afetivas em sociedade.

Ate a próxima postagem: "Intervenção Urbana" dia 15/02. Que é uma Serie sobre arte de rua e suas modalidades

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O PARADOXO POR DETRAS DA ARTE

   No texto postado da semana anterior que tem como tema "A arte tambem se constroi com a troca" gera um grande paradoxo em torno do assunto que é tratado e que pode bem polemico. Se a arte tambem se faz com a troca, por que o egoismo impera tanto por parte de seus integrantes fazendo que sejem tão isolados entre si? Esta caracteristica não se limita apenas a arte como tambem as areas que exigem criatividade, subjetivas e exploradoras do novo e da melhoria.
     Este questionamento que faço não é somente meu, ele acompanha muitos alunos durante a faculdade e pessoas inexperientes. É claro que existem excessões, entretanto se olharmos atentamente, o que predomina nesta area é o famoso grupinho de amigos, guerra de profissionais do mesmo ramo e o estrelismo (ate mesmo professores que deviam trocar conhecimento com os alunos fica ocultando informações). Contraditoriamente, estes profissionais chegam a dizer que querem ou comentam sobre a importancia de se realizar troca de tecnicas e experiencias. Isto nao é estranho?!
     E o que se pode fazer quanto a isso? Sinceramente, nao sei. Alguem sabe? Por outro lado, estes metodos sao ocultados para a preservação do trabalho, para que ele nao seja imitado ou ainda nao seja usado de maneira errada por leigos que podem deturpar o trabalho ou o profissional do ramos.

proxima Postagem 11/02 com o testo "Sobre o novo na arte" sobre a criação  
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