Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto

sábado, 21 de agosto de 2010

DUAS NOITES E MEIA NO MUSEU (ARTE )‏

  •     Texto: Carlos Rielli

     Quando a gente vai à algum museu de arte, principalmente se forem esses museus europeus enormes, a primeira hora é tudo fabuloso, inacreditável, espetacular! Já na segunda hora, tudo esta muito bonito e uma ou outra obra é maravilhosa. Entramos terceira hora de museu e tem algumas obras bonitinhas e olha que ainda falta “muito museu” para visitar. Sei que depois de três horas de museu, você já não agüenta mais ver nada de arte, tudo se mistura, se for no Louvre confunde até a Monalisa com David de Michelangelo... A parte boa nisso tudo, é que não acontece só com você não, acontece como tooooooodo mundo! Como ninguém confessa isso pra ninguém, ficamos nos considerando incultos e nos forçamos a visitar o museu todo e “adorar” tudo que vimos. Como fazer então? Faz assim.. quando for a um museu, de antemão saiba onde tem aquilo que te interessa ver, consulte no site do museu, onde e em qual ala estão as obras mais famosas e visitadas e o resto.. bom, o resto você vê depois pela Internet mesmo, o que eu duvido! 
     Comprar souvenirs na lojinha do museu também é a maior fria, tudo na hora da morte de tão caro; como eles sabem que você vai sentir sede, você vai se sentir no Saara quando for pagar pelo refrigerante... Outra recomendação, é para não ir a museus que não tem aquilo que realmente te atrai, vai ser um tédio só e te proporcionar uma dor no pé sem cabimento! Opte um restaurante nos arredores do museu, que sempre tem uns típicos e ótimos e quando for questionado se visitou o museu “X”, que a resposta seja sempre... – Claro que fui, maravilhoso! Hipocrisia faz parte da vida de todos nós, na pergunta e na resposta né?
    Fala sério, você pensou que isso acontecia só com você, não é mesmo? Então... ficou mais aliviado? Que bom...

    Sobre o texto acima:
    Realmente concordo com o autor sobre 2 pontos: o fato de tudo dentro do museu ser caro e que passar grandes horas em um museu é um tremendo bombardeio de informações que acabam te desgastando por não conseguir absorver toda aquela informação observada. 
    Porém, discordo dele quando ele aconselha ver as obras menos importantes pela Internet. Ver uma obra pela Internet não é a mesma sensação que ver a obra "in loco", não é necessário ver um museu todo de uma só vez, faça o por partes até porque as grandes obras geralmente estão em exposição permanentemente e as obras menos importantes podem te surpreender. 
    Se selecionarmos as visitas a museus pelos mais famosos, estaremos seguindo o gosto de uma maioria que pode não possui o nosso estilo e fazer o que os críticos fazem com o artesanato: ignorá-lo deixando-o de lado. 
   As pessoas que vivem e gostam de arte tem que preparar seus olhos e mente para ver de tudo até o que não gosta para assim poder fazer o seu trabalho, conhecer o que esta acontecendo e assim por diante.

domingo, 8 de agosto de 2010

CINEMA (histórico)

   
Quem não se encantou quando foi pela primeira vez ao cinema assistir a um filme? (ou assistiu pela TV). Imagine então como ficaram as pessoas que assistiram o primeiro filme do mundo. Até o início do século XVIII, as únicas formas encontradas pelo homem para conservar a imagem de uma paisagem ou pessoa era guardando-a na memória ou sendo retratada em tela por um pintor.
     Essa realidade mudou quando, na França, em 1826, o inventor Nicephóre Niepce conseguiu registrar uma paisagem sem pintá-la, demorou 14 horas para alcançar o feito. A imagem foi registrada com o auxílio de uma câmera escura numa placa de vidro. O filme fotográfico só foi inventado em 1879, por Ferrier e aperfeiçoado pelo americano George Eastman. Algum tempo depois os irmãos Lumière criaram o cinematógrafo, que era uma câmera de filmar e projetar imagens em movimento.
  Com o cinematógrafo em mãos, os irmãos Lumière começaram a produzir seus filmes, cuja apresentação pública foi realizada pela primeira vez em 1895, (no qual a cena de um trem ia em direção a plateia assustando-a de tao real) na França. Para o público que assistiu ao filme aquilo era algo maravilhoso e surpreendente, pois até aquele momento a fotografia ainda era novidade. Foi pelo fato dos filmes não terem sons que surgiu a expressão “cinema mudo” (músicos de verdade eram contratados para fazer a trilha sonora quando ela havia), os atores falavam e em seguida surgia a legenda na tela. Um dos grandes destaques do cinema mudo foi Charles Chaplin.
     O cinema com som surgiu em 1926, com o filme "The Jazz Singer", da Warner Brothers, recurso criado com o auxílio de um sistema de som Vitaphone, porém o som do filme não era totalmente sincronizado. Somente em 1928 a Warner Brothers obteve sucesso com a sincronização entre o som e a cena, no filme “The Lights of New York". A partir desse momento o cinema passou por um processo de evolução até chegar aos dias atuais, com todo seu glamour e encantamento aliado à sofisticação e modernidade.
     Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, Hollywood não é o maior produtor de filmes, a maior indústria cinematográfica do mundo na verdade é a Índia.
Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Obs: o que estiver em parentese foi um acrescimo meu: Laura
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