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Este Blog é feito por voces principalmente porque a maioria das postagens estao sendo reproduzidas aqui e nestas reproduções acabo fazendo alguns comentarios que de maneira nenhuma querem ser ofensivos pelo contrario se sua postagem foi parar aqui é porque ela me interessa e se ela possui algumas fugas sobre o interesse do blog eu tento mante-lo utilizando apenas o que importa para o assunto. Sendo assim gente me desculpe se algum comentario utiliza palavras inapropriadas nao era a intençao. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo a intençao autorial

domingo, 9 de maio de 2010

DEFINIÇÕES DE MODALIDADES ARTISTICAS CONTEMPORANEAS

  • ARTE CONCEITUAL
 
    Performance de Yoko: "Cortando peças"

 A Arte conceptual (ou arte conceitual), define-se como o movimento artístico moderno ou contemporâneo que defende a superioridade das idéias veiculadas pela obra de arte, deixando os meios usados para a criar em lugar secundário. O artista Sol LeWitt definiu-a como:
    Em arte conceitual, a ideia ou conceito é o aspecto mais importante da obra. Quando um artista usa uma forma conceptual de arte, significa que todo o planejamento e decisões são tomadas antecipadamente, sendo a execução um assunto secundário. A ideia torna-se na máquina que origina a arte.
      Esta perspectiva artística teve os seus inícios em meados da década de 1960, parcialmente em reacção ao formalismo, sendo depois sistematizada pelo crítico nova-iorquino Clement Greenberg. Contudo, já a obra do artista francês Marcel Duchamp, nas décadas de 1910 e 1920 tinha prenunciado o movimento conceitualista, ao propor vários exemplos de trabalhos que se tornariam o protótipo das obras conceituais, como os readymades, ao desafiar qualquer tipo de categorização, colocando-se mesmo a questão de não serem objectos artísticos.
   A arte conceitual recorre frequentemente ao uso de fotografias, mapas e textos escritos (como definições de dicionário). Em alguns casos, como no de Sol Lewitt, Yoko Ono e Lawrence Weiner, reduz-se a um conjunto de instruções escritas que descrevem a obra, sem que esta se realize de facto, dando ênfase à ideia no lugar do artefacto. Alguns artistas tentam, também, desta forma, mostrar a sua recusa em produzir objectos de luxo - função geralmente ligada à ideia tradicional de arte - como os que podemos ver em museus.
     O movimento estendendeu-se, aproximadamente, de 1967 a 1978. Foi muito influente, contudo, na obra de artistas subsequentes, como no caso de Mike Kelley ou Tracy Emin que são por vezes referidos como conceptualistas da segunda ou terceira geração, ou pós-conceptualistas.

Alguns artistas:
  • Art & Language
  • Michael Asher
  • Robert Barry
  • Mel Bochner
  • Ian Burn
  • Hanne Darboven
  • Henry Flynt
  • Dan Graham
  • Hans Haacke
  • Douglas Huebler
  • On Kawara
  • Joseph Kosuth
  • Sol LeWitt
  • Yoko Ono
  • Adrian Piper
  • Lawrence Weiner
  • Michel Gondry
  • Frazer Lewis
Autor: Anonimo

  • PERFORMANCE
     Performance é uma modalidade de artes visuais que, assim como o happening, apresenta ligações com o teatro e, em algumas situações, com a música.
     Difere do happening por ser mais cuidadosamente elaborada e não envolver necessariamente a participação dos espectadores. Assim, como geralmente possui um "roteiro" previamente definido, é passível de ser reproduzida fielmente, em outros momentos ou locais.
    Como muitas vezes a performance é realizada para uma plateia restrita ou mesmo ausente, seu conhecimento depende de registros através de fotografias, vídeos e/ou memoriais descritivos.
      O desenvolvimento da performance como modalidade artística se deu durante a década de 1960, a partir das realizações do grupo Fluxus e, muito especialmente, pelas obras do artista Joseph Beuys.     Numa de suas performances, Beuys passou horas sozinho na Galeria Schmela, em Düsseldorf, com o rosto coberto de mel e folhas de ouro, carregando nos braços uma lebre morta, a quem comentava detalhes sobre as obras expostas.
       Em alguns momentos, as performances de outros artistas tiveram ligação direta com as obras de body art, especialmente através dos Ativistas de Viena, no final da década de 1960.

Alguns artistas:
  • Chris Burden
  • Gilbert & George
  • Hermann Nitsch
  • Joseph Beuys  (O mais famoso de todos)
  • Marina Abramovic
  • Otto Müehl
  • Rudolf Schwarzkogler
  • Vito Acconci
  • Youri Messen-Jaschin

Autor (a): Anonimo



 DEFINIÇÃO PELA NEGATIVA.
OU.
AFIRMAÇÃO DEFINITIVA.

a performance não é teatro. a performance
não é dança. a performance não é poesia.
a performance não é escultura. a performance
não é música. a performance não é
áudio. nem visual. a performance
não é pintura. muito menos pictórica.
a performance não é expressão. corporal.
(cultural ?). a performance não é mímica.
(é mínima ?). a performance não. é arte.
Fernando Aguiar


  • Happening
       Happening (do inglês, acontecimento) é uma forma de expressão das artes visuais que, de certa maneira, apresenta características das artes cênicas. Neste tipo de obra, quase sempre planejada, incorpora-se algum elemento de espontaneidade ou improvisação, que nunca se repete da mesma maneira a cada nova apresentação.
         Apesar de ser definida por alguns historiadores como um sinônimo de performance, o happening é diferente porque, além do aspecto de imprevisibilidade, geralmente envolve a participação direta ou indireta do público espectador. Para o compositor John Cage, os happenings eram "eventos teatrais espontâneos e sem trama".
       O termo happening, como categoria artística, foi utilizado pela primeira vez pelo artista Allan Kaprow, em 1959. Como evento artístico, acontecia em ambientes diversos, geralmente fora de museus e galerias, nunca preparados previamente para esse fim.
      Na Pop Art, artistas como Kaprow e Jim Dine, programavam happennings com o intuito de "tirar a arte das telas e trazê-la para a vida". Robert Rauschenberg, em Spring Training (do inglês, Treino de Primavera), alugou trinta tartarugas para soltá-las sobre um palco escuro, com lanternas presas nos cascos. Enquanto as tartarugas emitiam luzes em direções aleatórias, o artista perambulava entre elas vestindo calças de jóquei. No final, sobre pernas-de-pau, Rauschenberg jogou água em um balde de gelo seco preso a sua cintura, levantando nuvens de vapor ao seu redor. Ao terminar o happening, o artista afirmou: "As tartarugas foram verdadeiras artistas, não foi?"
    Durante o movimento Provos, de 1964 a 1966, os membros do grupo faziam happening nas praças de Amsterdan.
   Em 2005, o Happening, não é ainda uma ferramenta extinta. Como tal, em Portugal, artistas como Miguel Palma que transporta portfólio e currículo provocatório, ou mesmo Francisco Eduardo reivindicando a "também autoria" de todas as exposições da rua miguel bombarda do Porto, levando a mãe a defender o seu trabalho e vestindo-se a rigor com mais 6 pessoas para almoçar na Desportiva com o Director do Museu de Serralves João Fernandes, após um meinho com este último ao meio. Movimento apelidado pelos autores de Projecto Individual, criou uma visibilidade muito própria e tem sido um foco de relativa importância para o meio artístico Portuense.

Alguns artistas:
  •  Allan Kaprow
  • Claes Oldenburg
  • Jim Dine
  • John Cage
  • Robert Rauschenberg
  • Roy Lichtenstein
Autor: Anonimo


  • INSTALAÇÃO
     Pensando no significado da palavra instalar entendemos este conceito que foi pego pelas artes. Instalar significa colocar no lugar, funcionar.
    Instalação nas artes é isso: montar objetos em um local de modo a dar sentido a ele. Uma instalação é feita para um lugar especifico e ao se mudar ela ganha outro significado.
    A instalação ganha novos sentidos quando há um visitante pois ele acaba fazendo parte do trabalho. Exemplo imagine uma pessoa vendo de fora uma instalação com visitantes em seu interior e em outro momento a instalação sem nenhum visitante. Esta visão muda o trabalho todo.
  Por isso, mesmo que não pareça, por traz da instalação há sempre uma ideia. Aquele lugar nem ela foram montados a toa.
  Existe também trabalhos de instalação em vídeo. São as chamadas vídeo-instalações.
Autora: Laura Oliveira

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