Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto

terça-feira, 5 de julho de 2016

CAMPO DE ATUAÇÃO DO MUSEOLOGO É MAIS VASTO DO QUE PARECE

CAMPO DE ATUAÇÃO DO MUSEOLOGO É MAIS VASTO DO QUE PARECE


Reportagem de Geraldo Ribeiro

   Para muita gente, o exercício da atividade de museólogo esta restrito aos museus. Engana-se quem pensa assim. O campo de atuação é bem mais amplo do que parece. Atualmente existem cerca de 5 mil profissionais em atividade no país. Os salários variam de RS 2 mim a RS 5 mil.
     Alem dos museus públicos e privados, que absorvem grande parte da mão de obra, esses profissionais podem atuar ainda em secretarias da cultura, centros culturais, orgaos ligados a preservação do patrimônio histórico, empresas que possuem centro de memorias, na catalogação de coleções particulares e nos atelies de artistas plásticos contemporâneos. Há espaço para eles inclusive na organização de acervos de teatro e redes de TVs.
      __Qualquer instituição, orgao ou lugar que trabalhe com acervo demanda trabalho do museólogo, que não esta restrito aos museus. O campo é vasto__ afirma o professor de museologia da Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio), Ivan Coelho, que cobra a valorização da profissão pelo poder publico.
      O professor, que é tambem decano do Centro de Ciencias Humanas da universidade, diz que quem trabalha nesta area precisa gostar de historia,arte, antropologia e sociologia. (...)
        A profissa, regulamentada desde 1984, cresceu em importancia na ultima decada e meia, com o surgimento de uma politica nacional de museus. Entretanto, Ivan Coelho lamenta que em epocas de crise a cultura é o primeiro setor afetado e os museus sao os primeiros a sofrer o efeito dela.


Fonte: http://extra.globo.com/noticias/educacao/profissoes-de-sucesso/campo-de-atuacao-em-museologia-mais-vasto-do-que-parece-19565173.html

terça-feira, 14 de junho de 2016

FIZERAM ARTE NO MUSEU

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ARTE  COMPORTAMENTO

FIZERAM ARTE NO MUSEU…

Cada vez mais o espaço do museu está sendo democratizado. O acesso à ele é cada vez mais fácil, o que é incrível. Sempre achei que a arte deveria ser para todos e não para a minoria elitista. Ocorre que esse processo de democratização da arte ocorre em paralelo ao advento das mídias sociais digitais e da selfie como principal ferramenta que caracteriza a nossa sociedade, no estilo adaptado da famosa frase de Descartes: “Faço uma selfie, logo existo” – a real seria: “Penso, logo existo”. Cada vem mais, pensamos imageticamente e deixamos as reflexões e as leituras de lado.
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Estamos indo ao museu não para apreciar as obras de arte, mas sim para apreciar nós mesmos diante delas por meio de cliques em smartphones. Sim, é a selfie que valida minha real intenção diante das obras e instalações artísticas. O sujeito não se interessa pela estética e pelo significado da arte em si… O que interessa é a quantidade de curtidas que ele vai receber ao compartilhar sua foto nas mídias sociais digitais.
 Fiz essa reflexão por causa do fato que ocorreu no último fim de semana, no Museu de Arte Moderna de São Francisco (EUA). Um adolescente de 17 anos deixou seu óculos, propositalmente, no chão de uma das salas de exposição do museu para ver o que acontecia. Muitas pessoas se aglomeraram e fotografaram a tal obra de arte, até então nunca mencionada.
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O jovem, TJ Khayatan, afirmou ao “BuzzFeed” que ele e seus amigos tiveram essa ideia após ver que algumas peças do museu surpreendiam o público além do que deveriam: “Nós notamos um urso de pelúcia enrolado num cobertor cinza e nos perguntamos se aquilo impressionaria alguém”. Para Khayatan, sua brincadeira não deve ser interpretada como uma condenação à arte contemporânea, mas sim, à forma como as pessoas ressignificam a arte em si.

terça-feira, 7 de junho de 2016

"O ARTISTA PAGA ALTO POR LEVAR UMA VIDA NAO CONVENCIONAL"

Vitor Ramil: "O artista paga alto preço por levar uma vida não convencional"

Em artigo, músico e escritor reflete sobre o papel e a imagem dos artistas em um momento de crise política no Brasil

                        Vitor Ramil: "O artista paga alto preço por levar uma vida não convencional" Ana Miranda/Divulgação 

A história é mais ou menos assim: Mark Twain, o escritor norte-americano, estava sentado na varanda de sua casa quando passou um vizinho e perguntou "Descansando, vizinho?", ao que ele respondeu, "Não, trabalhando". Outro dia o mesmo vizinho o viu cortando a grama do jardim e perguntou "Trabalhando, vizinho?", e Twain respondeu, "Não, descansando".

Lembrei dessa historinha para exemplificar a ideia de que o trabalho e o descanso do artista não se parecem com os das demais profissões. Para o senso comum, "artista" nem mesmo parece ser profissão. Para que serve o artista afinal? O sistema não tem, a priori, um lugar para ele. O pintor francês Paul Gauguin trocou uma profissão "de respeito" e rentável para se tornar um pintor destinado a viver e morrer na pobreza e sem reconhecimento. Que julgamento esperar dos contemporâneos de Gauguin senão o de que ele havia enlouquecido, que era um misantropo, um inadaptado?
Série "A cultura no governo":




A sociedade está sempre pronta para receber os engenheiros, os médicos ou os advogados, nunca os artistas. Se um médico pendurar seu diploma em uma parede, entrar e sair rotineiramente pela porta de um consultório em que estiver afixada uma placa com seu nome e especialidade, ninguém dirá que ele não é um médico, seja ele bom ou mau profissional. Para o artista, um diploma e uma porta com seu nome nunca serão o suficiente. Seu reconhecimento dependerá sempre de critérios subjetivos. O que ele faz é artístico? O que é arte afinal? O próprio artista pode passar a vida fazendo-se essas perguntas. O dilema começa cedo. Ninguém pode dizer a uma criança ou a um adolescente se ele é ou será um artista. O artista só ouve a própria voz. Nos tornamos aquilo que somos, disse outro escritor. Mas que difícil é escutar a própria voz, dizer para si mesmo: sou um artista, serei um artista.
Em minha casa, estimulamos muito nossos filhos a seguirem o caminho da arte caso se sentissem vocacionados para tal. Para a nossa alegria e a deles, Ian eIsabel são hoje artistas que muito nos orgulham. Mas sei que na maioria das famílias os pais tremem diante do projeto ou da decisão dos filhos adolescentes de quererem seguir esse caminho. O medo dos pais talvez se origine da percepção de que os jovens não têm experiência de vida suficiente para medir os riscos de uma escolha profissional equivocada ou de difícil trajetória – sem falar que, para muitos, escolher a arte significa simplesmente abrir mão de ter uma profissão "de verdade".
A difícil trajetória para um artista pode ser consequência do valor intrínseco do que ele produz, mas pode também, e talvez principalmente, resultar da dificuldade de inserção num sistema em que a arte é menos necessária que supérflua – daí a importância, para todas as sociedades, da existência de instituições culturais sólidas, aquelas que ambicionam dar à arte seu devido e digno lugar no sistema. Mesmo atuando num contexto adverso, o artista pode ser tido em alta estima. Mas é mais comum que enfrente preconceitos de toda ordem. É moeda corrente que seja taxado como vagabundo, boêmio, preguiçoso e/ou desregrado, por exemplo.
Particularmente considero da maior importância a vagabundagem, a boemia, a preguiça e o desregramento para o fazer artístico. Mas sei que um só desses adjetivos poderia destruir a reputação dos profissionais "respeitáveis" das profissões, digamos, convencionais. O artista paga alto preço por levar uma vida não convencional. Além disso, como para as pessoas em geral a arte está ligada aos momentos de entretenimento, prazer ou mesmo de descanso – aos momentos em que saem da "rotina" –, impõe-se a ideia de que o artista vive só nesses, por esses e desses momentos de lazer, que sua vida é uma festa permanente. Pouco se sabe do fazer artístico, do quão difícil e complexo ele pode ser, de quanta transpiração existe para cada inspiração. Quem não conhece a fábula da cigarra e da formiga?
Por mais que pensemos em culturas diferentes, em países em que a arte seja mais ou menos valorizada, nos EUA de Twain, na França de Gauguin, no Brasil de Noel Rosa – aquele boêmio incorrigível que, tendo vivido apenas 26 anos, criou uma obra genial com potência suficiente para moldar nossa identidade nacional –, não acredito que o papel do artista na sociedade mude muito de um lugar para o outro. No caso do Brasil atual, a dita demonização dos artistas me parece pontual, diz respeito à política. As pessoas estão demonizando umas às outras de um modo que acena com a barbárie, com a falência de um projeto democrático para o país. Por que os artistas seriam poupados dessa insanidade se, em sua maioria, eles se situam no espectro político mais à esquerda, justamente o que agora está sendo julgado?
Mas estou seguro de que aqueles que hoje insultam um Chico Buarque ou um obscuro grupo de teatro de vanguarda sabem, no fundo, que o trabalho desses artistas é da maior importância; sabem que, produzindo cada um a seu modo e com liberdade, eles são fundamentais para a nossa constituição como nação. Uso a expressão "no fundo" de propósito. Talvez o foco agora devesse estar no fundo, talvez precisássemos ir fundo nisso tudo. Que tal irmos e sairmos de lá compartilhando a mais legítima alegria cidadã?


Proxima postagem dia: 14/06 "Fizeram arte no museu"

terça-feira, 17 de maio de 2016

CULTURA E EDUCAÇÃO

   Recentemente, no país aconteceu uma mudança que causou e está causando muita polemica e irritando profundamente a maioria das pessoas da área da Educação e da Cultura. Esta mudança foi a fusão do ministério da Cultura com o da Educação mas cultura e educação não são a mesma coisa? Posso ate falar besteira, mas educação e cultura não são a mesma coisa podem ter suas semelhanças mas não podem ser colocadas no mesmo balaio. Para não falar besteira vamos recorrer ao dicionario:


    Educação: "Educação é o ato de educar, de instruir, é polidez, disciplinamento.
   Cada país tem a sua própria cultura, que é influenciada por vários fatores. A cultura brasileira é marcada pela boa disposição e alegria, e isso se reflete também na música, no caso do samba, que também faz parte da cultura brasileira.(...)
        Não sei se perceberam com estes significados mas a Cultura vai mais alem que a educação. Um bom exemplo são as pessoas simples que não frequentaram a escola e as vezes tem uma sabedoria ate maior sobre alguns letrados, pois elas aprenderam com a experiencia, testando e vendo como cada ação reagia a um evento e foi se adaptando a ele. As danças, as artes, a nossa comida todos estes elementos foram uma reação de adaptação ao meio ambiente que tínhamos quando surgiram nos formando o que é hoje. 
     Se formos ver também a educação e a cultura antes eram dois ministérios.    O primeiro com enfase nas escolas o outro na tradição do povo do patrimonio material e imaterial e tinham verbas separadas, agora sendo apenas 1 ministério, ele terá que dar conta de toda essa nossa cultura e de todas nossa educação (escolas) com a verba reduzida então nos da area da cultura e o pessoal da área de educação que já lutavamos por mais melhorias e infraestrutura teremos que continuar lidando com os mesmos problemas e com muito menos dinheiro, imaginem só o que vai acontecer. Então não é apenas a fusão de dois ministérios que estamos tratando e sim a banalização e a perda do olhar da diferença cultural e educacional que temos neste imenso país chamado Brasil. São questões muito amplas para serem resolvidas por somente um campo e ministério, é o nosso enfraquecimento como ser.
   Não sei se fui clara, se consegui esclarecer mas era isso que eu queria tratar hoje
   No seu sentido mais amplo, educação significa o meio em que os hábitos, costumes e valores de uma comunidade são transferidos de uma geração para a geração seguinte. A educação vai se formando através de situações presenciadas e experiências vividas por cada indivíduo ao longo da sua vida.(...) O conceito de educação engloba o nível de cortesia, delicadeza e civilidade demonstrada por um indivíduo e a sua capacidade de socialização.    
   No sentido técnico, a educação é o processo contínuo de desenvolvimento das faculdades físicas, intelectuais e morais do ser humano, a fim de melhor se integrar na sociedade ou no seu próprio grupo.
http://www.significados.com.br/educacao/


    Cultura: Cultura significa todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual é membro.
        http://www.significados.com.br/cultura/

      A principal característica da cultura é o mecanismo adaptativo, que consiste na capacidade que os indivíduos têm de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais até que possivelmente uma evolução biológica.

Para quem se interessar, aqui esta uma reportagem explicando a diferença entre ministerio da cultura e secretaria: "Entre-o-ministerio-e-a-secretaria-qual-o-poder-da-cultura-5820131.html" ai sim nao  tera mais duvida.

Proxima postagem: dia 07/06/2016 "O artista paga alto por levar uma vida nao convencional"

terça-feira, 29 de março de 2016

POR QUE IR SOZINHO AO MUSEU?

  Por que ir sozinho ao museu?


6 motivos (dentre muitos) para ir ao museu sozinho

  Quando se trata de falar sobre atividades solitárias e coragem, ir a um museu sozinho entra na categoria que fica entre ir ao cinema e almoçar sozinho em um restaurante.

Você tem algum tipo de estímulo visual para mantê-lo ocupado e você não precisa vestir a armadura de ler um livro ou ficar olhando para a tela do seu celular enquanto come.
Em vez de ser algo que devamos aceitar, gostaria de argumentar que ir ao museu sozinho é algo que deveríamos buscar.
Quando eu costumava trabalhar em um enorme e enciclopédico museu, eu frequentemente ficava andando pelas galerias sozinha no meu intervalo de almoço ou depois do trabalho.
Esses eram alguns dos momentos mais tranquilos e cheios de insight do meu dia, estivesse eu olhando nos olhos do retrato de Cindy Sherman ou perdida nas cores de Rothko.
Como bem disse a novelista Patricia Highsmith, “Minha imaginação funciona muito melhor quando eu não tenho que falar com as pessoas”.
E o museu tem o potencial de ser um grande parque de diversões para a imaginação, se você assim permitir. Aqui estão seis razões para ter um encontro com você mesmo no museu.

1. Você faz o seu próprio itinerário

Carro em miniatura e mapa

Quando você visita um museu como o Museu Metropolitano de Arte – umas das maiores instituições de arte com uma coleção que abrange 5.000 anos – você precisa ser altamente seletivo em como planeja realizar a sua visita, especialmente se existem certos tipos de obras que você está determinado em ver.
Se você fosse com alguém, sua companhia pode ser fã de obras antigas, mas você preferir passar o tempo examinando os retratos franceses do século 18.
Quando está sozinho, você pode ir diretamente às galerias que te interessam, sem perder tempo com obras que tem pouco ou nenhum interesse em ver.

2. Você anda no seu próprio ritmo
Pessoas olham para pinturas do século 19 no museu Rijksmuseum, em Amsterdam, em abril de 2013

3/7Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
Até em museus menores, é fácil ser apressado ou atrasado por uma outra pessoa. De acordo com o Museu Getty em Los Angeles, seus visitantes gastam em média 30 segundos na frente de uma obra de arte.
É claro que provavelmente varia baseado na preferência artística de cada um.
Se for sozinho, você pode gastar uma hora comtemplando aquela escultura de Kiki Smith ou apressar-se no “cão-balão” de Jeff Koons que você já viu uma meia dúzia de vezes.

3. Você aprenderá a apreciar a solidão

Visitantes no novo prédio do MET, The Metropolitan Museum of Art, em Nova York, dia 01/03/2016

4/7Don Emmert / AFP

Apreciar um museu sozinho pode, no geral, ajudar a que você aprecie também a solidão ao perceber os benefícios de passar um tempo com você.
Mesmo que você seja bem extrovertido, estar sozinho faz parte inevitável da vida. Por isso é importante aprender a se sentir confortável ao estar sozinho com você.
O museu é uma forma ideal de praticar isso intencionalmente e, como resultado, você estará melhor equipado para esses momentos mais solitários da vida.

4. Você pode conhecer novas pessoas, se quiser

Museu de Ciência (Kensington), em Londres

5/7Dan Kitwood/Getty Images
Por outro lado, quando você está sozinho no museu, você tem mais oportunidades de conhecer pessoas novas.
Se você trouxe alguém com você, você provavelmente estará ocupado conversando com seu amigo ou ser amado.
Mas sozinho, você provavelmente vai puxar assunto com estranhos e, afortunadamente, os museus de arte estão cheios de inícios de conversas perfeitos.
Você pode simplesmente fazer a seguinte pergunta aberta a alguém: “O que você acha deste quadro?”

5. Você abraça a inspiração nesses momentos quietos

Autorretrato de Vicent van Gogh

6/7

Dean Mouhtaropoulos/Getty Images
Se você preferir continuar o caminho sozinho no museu, você não terá a distração da interação social.
Em vez disso, você pode focar na autorreflexão ou em buscar inspiração.
O museu é o lugar perfeito para trazer um caderno de desenho, instalar-se em algum lugar e desenhar o que está próximo de você – seja uma obra de arte ou as pessoas – sem nenhum objetivo ou julgamento.
Bônus: os museus são um lugar maravilhoso para observar as pessoas.

6. Vai estimular a sua confiança

O saguão do British Museum (Museu Britânico)

7/7Peter Macdiarmid / Getty Images

Fazer qualquer coisa sozinho, inclusive ir a um museu, pode ser incrivelmente empoderador.
É claro, é ótimo ter alguém do lado, mas é especialmente reconfortante quando esse alguém é você. Quanto mais coisas fizer sozinho, mais você sentirá que pode lidar com os desafios independentemente.
Afinal, o museu pode ser um excelente lugar para solteiros, casais e grupos, e todos que buscam um lugar tranquilo e de contemplação.
Cada uma dessas experiências não é necessariamente melhor que a outra, mas são qualitativamente diferentes.
A ideia de visitar um lugar tão público quando um museu sozinho pode ser intimidante, mas eu incentivo você a experimentar.
Você pode descobrir um outro lado de si mesmo, da arte ou das pessoas que você não teria vivenciado de outra forma.

Fonte http://exame.abril.com.br//estilo-de-vida/noticias/6-motivos-dentre-muitos-para-ir-ao-museu-sozinho/lista

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