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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

PRESERVANDO A HISTORIA

 O texto de hoje fala porque um bem privado ou tombado ou que ainda vai ser tombado no Brasil ainda é destruido as escondidas. Ja adiantando isso ocorre, porque o dinheiro fala mais que a cultura. 
  O texto ainda esclarece algumas duvidas que as pessoas nao sabem sobre imoveis tombados. Enfim vale a pena ser lido. 


PRESERVANDO A HISTORIA

by Silvana Losekann • 8 de setembro de 2012 • Artigos, Nacional • 1 Comment


Prédios com valor histórico, artístico e cultural podem ser tombados pelo patrimônio público, mas não têm auxílio para a conservação.

Imagem Google Maps               

   Quando um imóvel é tombado pelos órgãos públicos responsáveis, significa que ele faz parte da história de uma cidade, estado ou país, e que sua preservação é de suma importância. Entretanto, receber essa incumbência não é exatamente uma maravilha.
Os incentivos para a preservação de tais prédios são mínimos e os custos para a manutenção ficam a cargo apenas do proprietário – afinal, não existe nenhuma verba pública destinada à manutenção de bens tombados. “Os órgãos de conservação deveriam ter mais incentivos para facilitar na preservação”, defende o diretor de Legislação Urbana do Sindicato da Habitação e Condomínios de São Paulo (Secovi-SP), Eduardo Della Manna.

  • Moderno antigo Projetado em 1946, o Edifício Louveira é um forte representante do modernismo arquitetônico paulistano. Foi tombado em 1993 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat) do estado e, em 2002, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp). “Para conservar a fachada, fazemos a lavagem a cada sete anos e quando precisamos repor alguma pastilha procuramos ser o mais fiel possível”, explica o síndico Guilherme Toscano.
Com formas retas, altos pilares redondos no térreo e uma fachada em tons chamativos de vermelho e amarelo, os dois blocos do Louveira são bastante procurados por amantes da arquitetura modernista e curiosos. “Estudantes, engenheiros, professores. Diversas pessoas vêm até o edifício para conhecê-lo. As despesas de manutenção são pagas com o valor cobrado pela taxa condominial”, afirma o síndico.

  • Preservar é lei Apesar da preservação de edifícios tombados estar presente na legislação, não há verbas que se destinem a sua conservação. “Quando o imóvel pertence ao poder público existem verbas do próprio Estado, mas quando é uma propriedade privada não existe nenhum fundo que se destine a conservá-lo. Fica tudo a cargo apenas do proprietário”, detalha Eduardo Della Manna.
Assim como em qualquer condomínio, os custos com manutenção precisam constar na previsão orçamentária. “Apesar de ser um edifício tombado, não temos tantos gastos. Os custos são os mesmos do que para a preservação de qualquer outro prédio que não pode ter sua fachada alterada, o que acontece quase que no geral”, ressalta Toscano. A taxa mensal de aproximadamente R$ 1 mil é usada no pagamento de despesas como a presença de um colorista e um pintor, que têm a função de manter o bom estado da fachada.

  • Área envoltória Quando um imóvel é tombado, a área ao seu redor também é afetada. “Não é possível construir nada perto que impeça a visibilidade do bem tombado. Ao lado do Louveira existe um terreno comprometido exatamente por isso”, exemplifica o síndico. Há também restrições quanto a modificações dentro do prédio. Por outro lado, quando só a fachada é tombada algumas alterações internas podem ser feitas – desde que sejam comunicadas ao órgão responsável e não comprometam a estrutura do edifício.

  • Saiba mais sobre como funciona o tombamento de um prédio:
Qualquer pessoa pode solicitar que um imóvel seja tombado, basta fazer uma solicitação na prefeitura ou no órgão responsável de seu município ou estado. Técnicos avaliarão o pedido e, se ele for aprovado, será encaminhado para instâncias superiores;
Se você mora em um tombado, procure conscientizar os vizinhos sobre a importância de preservar o local;
Nunca inicie uma obra sem antes consultar o órgão responsável pelo tombamento.
Fonte: http://www.defender.org.br/preservando-a-historia/
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