Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto
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terça-feira, 9 de agosto de 2016

A IMPORTANCIA DO DESENHO E DA PINTURA PARA A CRIANÇA



A importância do desenho e da pintura para a criança

desenho-e-pintura

Toda criança desenha. É algo que ela aprende por imitação, vendo os adultos escreverem, entendendo que é um meio de comunicar-se com o mundo. Seja com lápis, caneta, giz ou qualquer coisa que risque, o desenho captura a atenção dos pequenos e torna-se, então, um modo de expressão.
A arte e a comunicação da primeira infância
Além de ser uma forma da criança dialogar com o mundo ao redor, o desenho e a pintura são a melhor maneira de entender como ela vê esse entorno. Formas, cores, amplitude, liberdade (ou a falta dela) ao expressar-se, tudo pode mostrar a visão que a criança dos círculos sociais em que está inserida.
Das garatujas, como são chamados os primeiros rabiscos das crianças, até o desenho figurativo, que ocorre por volta dos 4 anos, tudo tem significado. Peça a uma criança para desenhar e explicar o desenho e você sempre se surpreenderá – ali, geralmente, está uma visão complexa e cheia de vida de uma situação.
IMG_3161 Kindergarten painting at the Honolulu Waldorf School photo by Van James
                                                     Imagem: Van James
Porém, apenas olhos atentos e que estejam dispostos a incentivar essa expressão entenderão essa importância. Mas como atuar sem interferir e ajudar no desenvolvimento de seus filhos?
(Quase) tudo é permitido
Propicie um espaço para o desenho livre, para as artes. Promova essa atividade com materiais interessantes, lúdicos, próprios para cada idade. Dê preferência a materiais naturais, gizes de cera, reaproveite papéis, permita que eles desenhem em locais inusitados, separe uma parede da casa que possa ser riscada, mesmo que seja com algum tipo de tinta, como o giz, que possa ser retirada depois.
Faça do momento da pintura uma diversão! Nós separamos algumas ideias de materiais especiais para a infância, com todos os atributos que consideramos essenciais: segurança, ludicidade e criatividade. Veja aqui.
A criança se expressa pelo desenho e pela pintura e, portanto, nessa aventura não há certo nem errado. Cada criança terá um estilo, um modo de conversar por meio dos riscos e rabiscos. O ideal é que possam fazer isso livremente, sem interferência, para sentirem-se seguras de que podem “falar” o que sentem e pensam sem serem cobradas ou julgadas por isso.
Lembre-se de que esse momento é uma preparação para o aprendizado que a criança terá depois, inclusive o escolar. Quanto mais ela estiver familiarizada com o expressar-se por meio da arte, mais facilmente trabalhará atributos como percepção, criatividade, que vão interferir diretamente no momento da alfabetização.

Fonte: http://mundowaldorf.com.br/a-importancia-do-desenho-e-da-pintura-para-a-crianca/

Proxima Postagem 16/08 Olhar Criativo

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

CRIANÇA E OS MUSEUS parte 2

Continuando as reportagens sobre criança e museu, enquanto no texto anterior a mãe ja começava empolgada achando que museu é espaço de diversao para qualquer criança desde cedo fazendo questao de levar seu filho para as instituiçoes por achar que la é um espaço para passar horas e brincar, a mae deste texto ja diz que seus filhos no inicio faziam cara feia ao falar em museu (entao quer dizer que a visao museu depende de como os adultos veem e como eles a transmitem isso para suas crianças). Ela tambem nao acha que devemos visitar o todo museu em um dia ou passar muito tempo nele. Entao, ja temos pontos diferentes entre os dois textos  para serem comparados e ver o que há de melhor, pois ambos tratam o mesmo assunto com olhares diferentes e ao mesmo tempo complementares.

Como educar uma criança para gostar de museus

Educação Museus

Algo estranho acontece conosco quando nos tornamos pais: nós esquecemos quão chato “o pensamento adulto” pode ser.
 
Quando eu era criança, a ideia de passar horas em um museu ou galeria de arte já era o suficiente para me fazer fechar a cara. E, no entanto, algumas vezes, eu me encontro oferecendo os mesmos argumentos de “devemos ir para o museu” para meus próprios filhos e, em seguida, me vejo surpresa por eles não ficarem empolgados com a proposta.
 
Mas, depois de dezenas de visitas a museus e uma diminuição no número de reclamações, eu acho que encontrei um segredo que vou compartilhar. Encoraje seus filhos a aprender ao longo da vida com esses cinco truques:
1. Leve em conta o que eles querem
 
Muitas vezes, nós, pais, começamos levando nossos filhos aos museus que estão ao nosso redor, em vez de procurar os que despertem maior interesse deles. Começando a partir dos interesses, irá garantir que eles queiram fazer o passeio, pelo menos a princípio.
 
Seu filho ama dinossauros? (...)Eles querem ser astronautas?(...)
 
E se você não pode ir ao museu que te sirva com maior precisão, pelo menos, faça uma pesquisa prévia para escolher as exposições certas. A grande placa que diz “você está aqui” na entrada do museu não é hora de começar a decidir como você vai passar o seu dia.
 
2. Repense como é o passeio em um museu

Paredes, teto, portas… Tudo isso é para ser levado em conta quando você está procurando uma experiência museológica. Hoje em dia, arte pode ser encontrada nos mais diversos lugares. Pense nos murais de arte (...) uma caminhada para ver os grafites, ou nas exposições anuais ao ar livre para começar.
 
E mesmo em suas caminhadas diárias, considere procurar arte na arquitetura em torno de você, isso pode transformar o significado que o “ir para o museu” tem para seu filho.
 
Você poderia ir a Paris e nunca por os pés dentro do Louvre e ainda ter muita “arte” para discutir. Deixe seu filho adolescente tirar selfies (...)

3. Mantenha interativo
 
É a maneira infalível de tocar o coração das crianças, mas exposições interativas deixará as crianças maiores (e os pais) entretidos, também. Muitos de nós, jovens e menos jovens, aprendem melhor através do toque e de jogo. Procure por museus que incentivem a interação.
 
O museu em si é muito bom para crianças e não impõe regras sobre como o passeio deve ser conduzido.
 
Os centros de ciência são sempre um sucesso com as crianças.
 
4. Comece enquanto eles ainda são jovens
 
Você não tem que estar na Itália – ou em qualquer outro país estrangeiro – para fazer uma visita ao ser parte da rotina.
 
Certa vez eu estava pronta para levar as crianças para a Galeria de Arte de Ontário, no Canadá, e os deixei engatinhar do lado de fora, onde esculturas gigantes os mantiveram hipnotizados. Um dinossauro gigante do Museu Real de Ontário nas janelas superiores fez meus filhos me pedirem para entrar, e não o contrário.
 
Museus também podem ser incríveis experiências de ensino para as crianças mais velhas começarem a compreender alguns aspectos menos lisonjeiros da humanidade.
 
5. Vá embora cedo

Este é o segredo para qualquer coisa. Os deixe querendo mais.

Qualquer espaço se tornar chato quando você fica muito tempo nele. E quem quer voltar a um espaço quando você já esgotou todas as atividades que ele oferece?
 
Faça a você mesmo esse favor e não tente percorrer todo o museu em uma única tarde. Escolha algumas exposições e siga em frente muito antes das crianças pedirem isso.
 
* Texto publicado originalmente em inglês, no site Family Time, da National Geografic.
 
  O que podemos concluir que de certa forma é um gosto transmitido pois se os pais nao veem tanto sentido num museu para que querem levar seus filhos, eles vao perceber isso na hora.
 Enquanto uma mae é mais didatica e já prepara o filho antes para ir ao museu nao importa qual seja o tipo dele e lá incentivar o gosto dele, a outra mae já quer direcionar escolha da instituiçao de acordo com o gosto da criança.

Proximas Postagens:13/01e 20/01 Precisamos falar de Imagens parte 1 e 2

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

CRIANÇAS e MUSEU (parte 1)

   Em 3 dias vi duas reportagens sobre crianças no museu e por gostar muito de visita-los achei interessante ambas as duas pois apesar de nao ter tido tanta oportunidade por viver numa cidade pequena é desde criança que se visita esta instituiçao e se pode ter acesso a arte. As duas reportagens serao colocadas aqui. Pode ser que este assunto seja divido em 2 partes...
  Como as reportagens nao sao brasileiras e as consequentemente as referencias entao houve uma ediçao... 

 A primeira:

   
Um dia (feliz) no museu por Renata Ungier

 
 Crianças adoram museus. Você pode acreditar nisso.




Só que uma criança pequena, talvez, não esteja tão interessada em saber os detalhes históricos minuciosos que cercam uma peça específica, nem que um quadro tenha sido pintado por determinado artista em tal período, ou possivelmente se cansará após uma caminhada excessivamente longa… Aliás, o carrinho é sempre um bom aliado!
Há muitas alternativas para incrementar a visita, tanto a galerias de arte menores quanto a grandes museus. Dudu passou 5 horas felizes no British Museum de Londres, sem se entediar. Seguem algumas de minhas dicas:
  • Antes de viajar, apresente à criança as principais atrações do museu que será visitado. Para isso, há livros, revistas e o próprio site do museu. Vai ser muito legal mostrar ao seu filho determinada peça, ao vivo, e dizer: Lembra? A gente viu isso no site!
  • Explique previamente as regras: não correr, não tocar em nada, respeitar os outros visitantes.
  • Faça intervalos regulares para lanche ou almoço.
  • Em uma pinacoteca, por exemplo, costumo perguntar ao Dudu: qual o seu quadro preferido nesta sala? Ele se entretém por um bom tempo, examinando cada obra, até dar seu veredicto.
 
   Não importa se ele “esnobou” o da Vinci ou o Rembrandt em prol de um pintor menos valorizado. O que vale é o fato de que ele observou diferentes quadros e percebeu que um deles lhe despertou mais a sensibilidade. Às vezes, inclusive, ele escolhe, sem saber, o mesmo artista em salas diferentes, o que já vai denotando um pouco suas preferências… Missão cumprida, né?

Dudu e sua amiga Carol curtindo a Pinacoteca de São Paulo
                                  


Dudu e sua amiga Carol curtindo a Pinacoteca de São Paulo
  
  • Coloque uma máquina fotográfica nas mãos da criança e permita que ela registre suas próprias impressões. Você certamente se surpreenderá com o resultado. Dudu viu e fotografou coisas que nos tinham passado inteiramente despercebidas.
  • Aproveite as atividades propostas pelo museu, especialmente para os pequenos.
     Na lojinha do museu, peça à criança para escolher alguns postais de sua preferência, e faça uma “caça ao tesouro”, em busca das peças que os ilustram. A partir de uns 6 ou 7 anos, é diversão garantida!
  • Nas sessões destinadas a antigas civilizações, permita-se soltar a imaginação e inventar histórias. A visita se transformará numa incrível aventura, se seu filho imaginar o faraó passando por aquele portal, ou que ali vivia um samurai, ou que aquelas jóias pertenciam a uma princesa encantada… Creio, realmente, que podemos deixar a acurácia histórica para quando ele estiver um pouco mais velho, não é? O importante agora é criar o hábito dos programas culturais e, principalmente, despertar o interesse em conhecer a arte e o passado que nos trouxe até aqui.
Proxima postagem 06/01 Segunda parte de Crianças e Museu com a outra reportagem de dicas para visitar museu 

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