Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto

terça-feira, 16 de setembro de 2014

(parte 2) PATRIMONIO ARQUITETÔNICO: preservar não é apenas tombar

Continuaçao do texto da semana anterior

  Considero que todas as ações devem tomar em conta seu entorno, seu contexto de formação, a população que vive e circula e suas relações geográficas, históricas e culturais. Tudo o que escapa a isso parece-me sem sentido e despossuído de valor e com poucas chances de perdurar. Quando essas relações são tomadas em conta as possibilidades de configurar-se como legado benéfico são grandes.

  
  Como historiadora, vejo muito mais o valor que os espaços propiciavam enquanto sociabilidades e trocas (sejam elas de quaisquer natureza: culturais, políticas, comerciais, entre outras) e os espaços arquitetônicos como a materialização de fazeres e viveres. Se pensarmos será essa urbanidade vivida e pulsada em cada rua, em cada edificação, que trará valor para além dos aspectos imobiliários. Uma lembrança para este caso é o que ocorreu em São Paulo com o Bexiga e mesmo à Nova Luz. são importantes fontes de mensuração disso.


    Quando pensamos uma das variáveis para valor entramos de novo na forma, uso e ocupação dos espaços através do tempo. As movimentações de fronteira entre os espaços e a “necessidade imobiliária” de empurrar à margem o que não tem valor monetário é outro dos problemas, em especial quando o patrimônio arquitetônico, está tendo outro valor de uso, ocupação e transito social (caso específico do comércio da Santa Ifigênia e da área de venda e consumo de craque). A decadência social em geral acompanha a dos espaços arquitetônicos e em geral de outras praças e ajuntamentos.


    De fato, projetos chamados de preservação, mas que engessam e de certa forma descaracterizam e museificam espaços não fazem sentido à preservação como um todo e a cidade especificamente.  

    Exatamente por ela conter fortes elementos vivos e de interatividade.


   São muitos os critérios e variáveis essenciais para estudos de viabilidade neste sentido, que devem ser feitos de forma prévia e nunca imediatista. Infelizmente, vemos que isso ocorre a conta-gotas.


Referências:
Algumas Reflexões sobre Preservação de Acervos em Arquivos e Bibliotecas, [link] A Construção do Conceito de Patrimônio Histórico: Reconstrução e Cartas Patrimoniais, [link]

Fonte do site: http://pensadosatinta.blogspot.com.br

Fonte onde foi pega a resportagem http://defender.org.br/artigos/patrimonio-arquitetonico-preservar-nao-e-apenas-tombar-por-eliana-rezende/

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

(parte 1) PATRIMONIO ARQUITETÔNICO: preservar não é apenas tombar

Patrimônio Arquitetônico: preservar não é apenas tombar!

 Por Eliana Rezende

O que seria uma ação de preservação adequada?


    Seria a preservação uma forma de recriar de forma artificial o espaço urbano, excluindo e levando para longe aquilo que é considerado inadequado ou indesejável?

    
    A discussão pode ser longa e enveredar por muitos caminhos.

    
    Em geral, tem-se a falsa noção de que uma ação de preservação ou tombamento é tornar tudo limpo e arrumado, afastar da paisagem tudo o que seria considerado marginal e social ou culturalmente inadequado.

    
    Em verdade, as coisas não são bem assim. Talvez o caminho seja esclarecermos algumas noções fundamentais. Escolho para tanto falar sobre os conceitos de Preservação, Conservação, Restauração e Tombamento. Tais conceitos podem ser utilizados por diferentes áreas, e portanto, opto por estabelecer noções que sejam mais abrangentes.


 
    Definindo e conceituando Preservação e Conservação por Eliana Rezende

A noção de preservar tem que ver com uma atitude de prevenção, é algo que se estende a modos que implicam uma conscientização que pode ser de um grupo, uma pessoa ou uma instituição.


  O tombamento é uma medida, um ato legal, no sentido de fazer com que a preservação se dê. Em geral é a primeira de uma série de ações. Nesse sentido, e com esta perspectiva, a Preservação é algo muito mais abrangente, e é bom que se diga, que nada tem a ver com uma museificação do lugar. Ao contrário, boas ações de preservação inserem a população local e dão um sentido de apropriação e uso do espaço.


O objetivo da Preservação longe de transformar-se em um empecilho é, antes de tudo, garantir às gerações futuras um passado, que é composto multifacetadamente, por aspectos que tomam toda a sua cultura de modo que seja um Patrimônio.


Gosto de uma definição do Gilberto Gil (poeta que sabe usar as palavras como ninguém): “pensar em patrimônio agora, é pensar com transcendência, além das paredes, além dos quintais, além das fronteiras. É incluir as gentes, os costumes, os sabores, os saberes. Não mais somente as edificações históricas, os sítios de pedra e cal. Patrimônio também é o suor, o sonho, o som, a dança, o jeito, a ginga, a energia vital e todas as formas de espiritualidade da nossa gente. O intangível, o imaterial.”


Falando sobre isso, assista ao vídeo de Carlos Fernando Delphim, do IPHAN, falando sobre Patrimônio Natural e suas diferenças e semelhanças com o Patrimônio Cultural:

    A relação de comunidade e o uso de seus espaços e suas histórias auxiliam nesse trabalho de preservação da cultura local, regional e nacional, e dá um sentido de uso para patrimônios materiais e imateriais.


Felizmente, vejo ventos de mudança e, com uma concepção que se alia à sustentabilidade, muitos projetos dão vida nova à antigas funções.


O que é preciso que se diga é que são muito mais iniciativas de consciência de um grupo do que de valores monetários. Óbvio que precisamos dos dois! Mas as boas ideias e iniciativa nesse sentido precedem toda e qualquer forma de valor monetário.


A concepção mais recente de preservação é interessante exatamente por tomar em conta contextos e tessitura de vida dos espaços nas vidas sociais de cada comunidade. Se tomada em sua verdadeira acepção todos tem muito a ganhar. Acho uma área rica e interessante exatamente pelos olhares multidisciplinares que são necessários.


Em relação à políticas de preservação e tombamento, há de fato muitos interesses e desinteresses.


De um lado, por responsabilidade do estado, há uma imposição que deixa o proprietário sem recursos financeiros e numa situação difícil, com imóvel sem cuidado e muitas vezes impossibilitado de ser ocupado quer comercialmente, quer residencialmente. É um ônus sem qualquer bônus ou incentivo.


    De outro lado, há a total desinformação por parte de proprietários e até de comunidades inteiras em relação ao patrimônio cultural e material que muitas dessas edificações possuem. É um problema de educação cultural e até de empreendimento. Se orientados, vários projetos assim podem reverter para proprietários e em muitos casos para comunidades inteiras.


    O caminho, considero longo, mas não impossível de ser seguido.


   Cada vez mais nossas cidades estarão envelhecendo e se não entendermos que o novo e o velho podem conviver sem um suplantar o outro não teremos futuro e nem passado!


     De concreto, e sei que é algo que nenhum de nós quer ou precisa: é de uma cidade museificada.


    Por outro lado, aspectos que têm a ver com o DNA da cidade precisam, e devem, ser mantidos para que sua identidade se mantenha. Talvez esse seja o grande desafio e em nome do que áreas interdisciplinares devam colocar a sua criatividade e inventividade.


   Um pressuposto que era próprio do século XIX, e do qual Paris foi a cobaia, foram as políticas de Houssman, onde acreditava-se que de tão ruim tudo deveria vir abaixo! Munidos de pólvoras e homens com suas ferramentas, a cidade ruiu. Em seu rastro várias outras cidades seguiram o mesmo caminho dentre os quais estão Buenos Aires, Rio de Janeiro do Prefeito Pereira Passos e Nova York.


                                         Bota abaixo de Pereira Passos no RJ
Bota abaixo de Pereira Passos no RJ


    Continua na terça

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ESCREVENDO EM ARTE

A postagem da semana é sobre o texto que li chamado escrever em arte e como ele é cheio de links e opções para serem selecionadas e lidas resolvi fazer minha interpretação do mesmo aqui pois ler um texto direto em minha opiniao nao ocorre a interrupção de raciocinio. Obs: Depois quem quiser le-lo, o link estara no final do texto

   ESCREVENDO EM ARTE

     No texto é mencionado a principal forma de expressao do artista sao os objetos, imagens e codigos diferentes da "leitura comum". Mesmo assim não quer dizer que ele nao se utilize desta expressao normal ate porque as vezes há necessidade de comunicar com as pessoas sobre o trabalho e para isso e ele deve escrever. Isso tambem o ajuda a entender melhor sua forma de expressao e ajuda outros artistas a melhorarem seu trabalho. Esta forma de comunicar nao necessita ser uma forma academica ou rebuscada mas ele precisa exercita-la. E como é preciso, o artista pode fazer de maneira que o estimule tais como escrevendo livremente sem precisar fazer uma escrita logica, usando papeis que diferentes do usual mesclar com imagens (emoticons/smiles) para se tornar um ato comum e natural, apesar de ate chegar neste ponto havera muitos atritos caso o ato de escrever nao é um costume.
   O texto deve ser como seu trabalho, dar espaço para o leitor fazer multiplas interpretações e nao ver o trabalho a sua maneira sem espaços para a subjetividade porem sendo claro no entendimento nao deixando o leitor entediado ou perdido. A escrita como o trabalho é interminavel por isso troque ideias, tenha coragem de expo-la e assim  havera um melhor entendimento e uma expansao das suas ideias.
  Ah nao sr esqueça, o papel do artista nao é apenas fazer arte e sim saber sobre ela, descreve-la em forma de projetos enfim ser multiplo.
  Para voces verem o  texto tinha 2 paginas, entao....

fonte: http://doiseum.com/trilha/escrevendo-em-arte-parte-1-de-2/
           http://doiseum.com/trilha/escrevendo-em-arte-parte-2-de-2/

terça-feira, 12 de agosto de 2014

ARTE E FORMAÇAO HUMANISTICA

Arte e formação humanística

Por Blog Acesso

                   
  
   A arte na formação de um indivíduo é capaz de sensibilizar o olhar, expandir horizontes, desenvolver e amadurecer o senso crítico, além de promover transformação, interna e externamente. “A arte propicia um olhar daquilo que não está explícito, um olhar das entrelinhas, da percepção, uma escuta de corpo todo”, diz a educadora e curadora do Educativo da Bienal de Artes de São Paulo, Stela Barbieri, também diretora da ação educativa do Instituto Tomie Ohtake.
Sobre o processo de aprendizagem por meio da arte, Barbieri afirma que é importante ouvir crianças e jovens e dialogar sobre seus anseios. “A educação acontece por meio da arte quando se discute sobre a realidade, escutando muito o que crianças e jovens têm a dizer e trocando impressões. A arte é uma possibilidade de deslocamento”, diz.

Para o professor de Comunicação e Arte da Universidade São Judas Tadeu – USJT, Warde Marx, a arte, em todas as suas formas e esferas, dá ao ser humano a dimensão e os valores simbólicos da sociedade, aquilo em que acreditamos como valioso, o nosso patrimônio cultural. Segundo Marx, a vivência artística proporciona transformações constantes, pessoais e coletivas, o que leva o indivíduo a avaliar, modificar ou aprimorar seus valores, além de possibilitar uma compreensão maior sobre as relações sociais. “Por meio da arte, chegamos em entendimentos sobre a história, a formação de povos e culturas, que nos levam a adotar determinada postura diante do mundo”, explica. Marx pontua que é crucial que as pessoas entendam que têm direito de ter acesso à arte e que este direito deve ser garantido pelo poder público, em suas diversas esferas.

Luana Chrispim/Blog Acesso

terça-feira, 29 de julho de 2014

COMO A HERANÇA ARQUITETONICA FORMA NOSSA EXPERIENCIA parte 2

Continuaçao de como a herança arquitetonica forma nossa experiencia...
  • Contribuição para a vitalidade da cidade
Apesar de uma das coisas de que eu mais goste no Glen Echo Park seja o fato de ele ser relativamente quieto (com exceção das crianças brincando) e não particularmente urbano, uma nova pesquisa do National Trust confirma que propriedades menores e mais velhas também são responsáveis por contribuições importantes para a vitalidade urbana.
  Com base em análises estatísticas do tecido construtivo de três grandes cidades americanas, a pesquisa (intitulada Mais Velha, Mais Forte, Melhor) indica que bairros estabelecidos com uma mistura de prédios menores e mais antigos têm melhor performance em várias métricas econômicas, sociais e ambientais do que aqueles com estruturas novas e maiores. A chave parece ser a diversidade que prédios mais velhos e menores trazem para os bairros:
   “Edifícios de diversas idades e pequena escala oferecem espaços flexíveis e baratos para empreendedores lançarem novos negócios e servem como cenários atraentes para novos restaurantes e para o comércio local. Eles também oferecem opções de moradia que atraem jovens e criam espaços com escala humana para caminhadas, compras e interações sociais.”
   Em particular, o estudo – conduzido pelo Laboratório Verde de Preservação do National Trust com vários parceiros respeitados – se baseou em análises espaciais para determinar o papel relativo da idade, diversidade de idades e tamanho, além de outras medições. Mais de 40 métricas de performance foram consideradas, entre elas vibração cultural, performance do mercado imobiliário, opções de transporte e intensidade de atividade humana.
   Comparados com distritos dominados por prédios mais novos e maiores, aqueles com edifícios menores e mais velhos têm várias vantagens, de acordo com o estudo:
. Distritos mais antigos têm maior densidade populacional e mais negócios por metro quadrado comercial;
. Prédios menores e mais antigos sustentam a economia local com mais negócios locais e menor presença de grandes cadeias;
. Distritos mais antigos oferecem mais oportunidades para o empreendedorismo, incluindo para mulheres e negócios cujos donos pertencem a minorias;
. Há mais espaços culturais em bairros antigos e de uso múltiplo (residencial e comercial);
. Os índices de Walk Score e Transit Score são melhores;
. Edifícios antigos atraem mais jovens e têm mais diversidade de faixas etárias;
. Há mais vida noturna em ruas com prédios de diferentes idades.
   De fato, pode-se dizer com base nesses resultados que os bairros mais antigos, com prédios de variadas idades e tipos são mais urbanos, pelo menos no sentido tradicional, que aqueles onde há prédios maiores e mais modernos. A metodologia parece ter sido rigorosa e eu aconselho os leitores interessados a mergulhar no estudo completo, que tem cem páginas e muitos apêndices.
  • Contribuição para a sustentabilidade ambiental
   Quando se trata de sustentabilidade – pelo menos no sentido literal – não precisamos de dados para demonstrar a performance de edifícios mais velhos: sua existência continuada prova que eles, de fato, se sustentam ao longo do tempo. Dito isto, temos dados, pelo menos no que diz respeito à sustentabilidade ambiental.
   Em particular, outro estudo do Laboratório Verde de Preservação, lançado dois anos atrás, concluiu que pode demorar entre 10 a 80 anos para que um edifício novo e eficiente do ponto de vista energético supere os impactos causados por sua construção. A pesquisa considerou seis tipos de prédios em quatro cidades americanas de climas diferentes: Portland, Phoenix, Chicago e Atlanta.
   Os dados foram compilados e analisados para os seis tipos de uso dos edifícios (ou reuso, no caso de prédios mais antigos), incluindo residências de uma só família, prédios com mais de uma família, edifícios de escritórios, edifícios de uso misto, escolas fundamentais e armazéns convertidos. O estudo examinou o papel de geografia, performance energética, tipos de energia utilizada, tipo de construção e tempo de vida da construção na performance ambiental geral quando comparados prédios antigos reutilizados e novas construções.
   As principais conclusões do estudo incluem:
. A reutilização de edifícios tipicamente oferece mais ganhos ambientais de curto prazo que demolições e novas construções. Para cinco dos seis tipos de prédios avaliados no estudo, o prazo para superar os impactos ambientais negativos relativos à construção podem levar de 10 a 80 anos, caso o novo prédio seja 30% mais eficiente que um edifício existente de performance energética mediana;
. Os benefícios são maximizados se a reutilização é praticada em escala. Por exemplo, adaptar, em vez de demolir e construir, apenas 1% dos prédios de escritório e residenciais na próxima década ajudaria a cumprir 15% das metas de redução de emissões de CO2 do condado de Multnomah para os próximos dez anos;
. Os maiores benefícios do reuso são obtidos com a minimização do uso de novos materiais de construção.
   Eu acrescentaria que edifícios antigos, desenhados e construídos antes do que meu amigo e arquiteto Steve Mouzon chama de “era do termostato”, costumavam ser planejados com mais atenção às condições climáticas do que as construções atuais. Medidas como paredes mais grossas, pés-direitos altos, ventilação adequada e orientação dão a essas construções as “propriedades verdes” que ajudam a economizar energia e evitar emissões de gases causadores do efeito estufa.
  • Mude, mas faça as perguntas certas
   Para concluir, devo acrescentar enfaticamente que, apesar de tudo, não quero dizer que os lugares não devam mudar ou evoluir. Seria hipocrisia da minha parte, como um defensor da revitalização, sugerir o contrário. Devemos abraçar as mudanças para melhor — uma mudança que, como sugere o professor Ujang, não borra a distinção de lugar, mas sim acrescenta a ela. O que é importante é termos consciência: admito que não é fácil discernir com antecedência quais mudanças serão positivas e quais serão negativas com relação a nossa experiência de lugar, mas os bons planejadores sempre têm de fazer essa pergunta. E temos sempre tentar o nosso melhor para garantir que as mudanças nutram, e não diminuam, a experiência humana.

F. Kaid Benfield, Conselheiro Especial para Soluções Urbanas do Natural Resources Defense Council
Fonte: Brasil Post

 Continuando o texto vou alem... nao somente a arquitetura, mas tambem os objetos materiais que nos cercam. Todos eles nos faz fazer parte de um tempo que nao experimentamos. Nos despertam curiosidades de como era viver daquele modo ou usando-o. Ex: Estamos tao dependentes do cartao e dos caixas eletronicos imagina como era na epoca que contavamos apenas com o dinheiro e cheque que tinhamos. Quando nao existia celular ou orelhao. A televisao nao tinha controle e o carro direçao hidraulica. As mulheres e homens usavam aquelas tantas roupas nada praticas. Tudo nos faz pensar naquilo que nao vivemos e como seria.

Proxima Postragem: 12/08 http://www.blogacesso.com.br/?p=7554

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