Aos Leitores do blog

Sejam Bem-vindos!!! Este é um espaço dedicado a arte e aos seus (futuros) admiradores. Ele é uma tentativa de despertar em seus visitantes o gosto pelo assunto. Aqui, poderão ser encontradas indicações de sites, livros e filmes de Artes Visuais, imagens de artistas, alem do meu processo de trabalho. É o meu cantinho da expressão. Espero que sua estadia seja bastante agradável e proveitosa.
Este Blog é feito para voces e por voces pois muitas das postagens aqui presentes foram reproduzidas da internet. Alguma das vezes posso fazer comentarios que de maneira parecem ofensivos porem nao é minha intençao, sendo assim, me desculpem. Se sua postagem foi parar aqui é porque ela interessa a mim e ao blog e tento focar os pontos mais interessantes. A participaçao dos autores e dos leitores é muito importante para mim nestes casos para nao desmerecer o texto nem acabar distorcendo o assunto

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ARTE-EDUCAÇÃO PARA QUÊ? (Razões e para ensinar e aprender arte)

      Decidi colocar este post pois se alguem ainda tem duvida sobre a importancia da arte, ele exclarece tudo. Entao espero que gostem 


Arte-Educação para quê? (Razões e para ensinar e aprender  arte)


Selma Moura · São Paulo, SP  12/4/2008
   
   A educação é uma das ações que definem nossa humanidade: o ser humano transcende seu status animal pois vai além dos instintos: compreende, reelabora, reflete, cria e recria, critica, aprende, ensina. A busca do homem através da história é sempre uma busca de compreender e transformar a realidade.

      Já foi dito que uma característica distintiva do ser humano é a necessidade do supérfluo. O que ultrapassa os limites das necessidades básicas essenciais à sobrevivência e coloca-se no campo da atribuição de sentido é o que nos torna humanos. A admiração diante de um por do sol, a necessidade de deixar uma marca que dure além do efêmero tempo de nossa existência, o incômodo diante da desorganização e a valorização de uma certa ordem individual, o espanto diante do inusitado, a apreciação da beleza, a reflexão sobre o que é diferente e nos provoca... todos os seres humanos vivenciam essas situações ao longo de suas vidas, pois são constituídos de dimensões físicas, cognitivas, emocionais, sociais, éticas e estéticas.
   

   Essa característica pluridimensional do ser humano por si só já seria válida para justificar a importância da arte na educação, já que sua ausência não favoreceria um desenvolvimento integral da pessoa, um dos principais objetivos da educação. Mas além desse fator há outros que valem a pena serem lembrados.

     A arte é cultura. É fruto de sujeitos que expressam sua visão de mundo, visão esta que está atrelada a concepções, princípios, espaços, tempos, vivências. O contato com a arte de diversos períodos históricos e de outros lugares e regiões amplia a visão de mundo, enriquece o repertório estético, favorece a criação de vínculos com realidades diversas e assim propicia uma cultura de tolerância, de valorização da diversidade, de respeito mútuo, podendo contribuir para uma cultura de paz. O conhecimento da arte produzida em sua própria cultura permite ao sujeito conhecer-se a si mesmo, percebendo-se como ser histórico que mantém conexões com o passado, que é capaz de intervir modificando o futuro, que toma consciência de suas concepções e idéias, podendo escolher criticamente seus princípios, superar preconceitos e agir socialmente para transformar a sociedade da qual faz parte.

     
      Além das já referidas justificativas ontológicas e culturais para a importância da arte na educação, cabe falar da dimensão simbólica da arte, de seu poder expressivo de representar idéias através de linguagens particulares, como a literatura, a dança, a música, o teatro, a arquitetura, a fotografia, o desenho, a pintura, entre outras formas expressivas que a arte assume em nosso dia-a-dia.
    
   Essas formas são linguagens criadas pela humanidade para expressar a realidade percebida, sentida ou imaginada, e como linguagens que são, têm suas próprias estruturas simbólicas que envolvem elementos tais como espaço, forma, luz e sombra em artes visuais, timbre, ritmo, altura e intensidade em música, entre outros elementos inerentes a outras linguagens da arte. Ora, o conhecimento dessas estruturas simbólicas não é evidente aos alunos, nem se constrói espontaneamente através da livre expressão, mas precisam ser ensinados. O ensino das linguagens da arte cabe também à escola, embora não apenas a ela.

      Um outro argumento em defesa da arte na educação passa pela sua importância ao desenvolvimento cognitivo dos aprendizes, pois o conhecimento em arte amplia as possibilidades de compreensão do mundo e colabora para um melhor entendimento dos conteúdos relacionados a outras áreas do conhecimento, tais como matemática, línguas, história e geografia. Um exemplo mais evidente é a melhor compreensão da história, de seus determinantes e desdobramentos através do conhecimento da história da arte e das idéias sobre as quais os movimentos artísticos se desenvolveram. Não existe dicotomia entre arte e ciência, entre pensar e sentir, entre criar e sistematizar, e a fragmentação do conhecimento é uma falácia que tem estado presente na educação, devendo ser superada, pois o ser humano é íntegro e total.

       Diante de tal importância que a arte assume na educação, pode-se fazer uma revisão crítica do que a escola tem alcançado em termos de ensino da arte.

      Temos conseguido valorizar nos alunos sua expressividade e potencial criativo? Temos sabido perceber, compreender e avaliar suas idéias sobre as linguagens artísticas? Temos desenvolvido nosso próprio percurso em artes de tal modo que conheçamos os conteúdos, os objetivos e os métodos para ensinar cada uma das linguagens artísticas? Temos tido suficiente bagagem teórico-conceitual para identificar o momento que cada educando vivencia em sua construção de conhecimento sobre a arte e fazer intervenções que lhe permitam avançar? Temos sabido incentivar a formação cultural de nossos educandos e ajudá-los a perceberem-se como sujeitos de cultura?


      Creio que estamos vivenciando um momento histórico de grande importância na educação como um todo e na arte-educação especificamente: o desafio de superar concepções tecnicistas e utilitaristas, mas também de  ir além do “deixar fazer” e da livre expressão apenas, para reconhecer que a arte tem características próprias que devem ser melhor conhecidas pelos educadores, que tem objetivos próprios e seus próprios métodos. Será que nós tivemos, em nossa educação, acesso à arte? E que acesso foi esse? Estamos reconstruindo o ensino da arte, não com base no que aprendemos na escola, mas no conhecimento que estamos a construir agora.

    Nós, como educadores, precisamos aprender mais para ensinar melhor. Cada um de nós deverá ser um construtor de conhecimentos e um semeador de idéias e práticas que, esperamos, darão frutos no futuro.

Indicações de Leitura:

Derdyk, Edith. Formas de Pensar o Desenho: O desenvolvimento do grafismo infantil. São Paulo, Scipione, 1989.

Iavelberg, Rosa. Para gostar de Aprender Arte: Sala de Aula e Formação de Professores. Porto Alegre, Artmed, 2003.
Iavelberg, Rosa. O desenho Cultivado na Criança: Prática e Formação de Professores. São paulo, Zouk, 2006
Nicolau, Marieta Lúcia Machado e Marina Célia Moraes Dias (orgs). Oficinas de Sonho e Realidade na Formação do Educador da Infância. Campinas, Papirus, 2003.

 Meu resumo sobre o texto:  
   Na opiniao de muitos, a artista pode parecer contraditoria ao falar que a arte esta em nós desde que nascemos e que mesmo assim é preciso ensina-la a todos.  Porem para mim não é. Pois, mesmo a arte nascendo conosco, podemos nos tornar insensivel a ela e nao reconhecer mais o seu valor. E ai é que esta o papel perigoso porem necessario do arte-educador; ele pode fazer esta arte aflorar com mais força de dentro do educando ou destruir todas as suas expectativas sobre ela.

   Por a arte ser subjetiva é muito dificil trabalhar-la pois nem o educador e nem o educando a ve ou tem exatamente a noção de como é. O maximo que se pode fazer é senti-la e isso ocorre de maneira pessoal. Entao é preciso ter cuidado com o que faz, tanto o professor quanto o aluno precisam ter uma mente aberta para que ela flua.

  Outro detalhe: quer ato mais simples que desenhar? E este ato simples envolve coordenação, cuidado com o que se faz; controle de pressao da ferramenta sobre o papel,  corremos o risco de nao saber o que será feito alem do ato de se expor e ser julgado pelos outros e botar tudo a perder. Enfim, arte é arte.   

  Proximas postagens
  04/10 - Artigo: Se os museus e as artes foram criados pela comunidade e para as comunidades, por que tamanha resistencia em conece-los ou visita-los.
        11/10  Historia da Arte: Arte Moderna
        18/10 "Cultura: Arte é «porta aberta para o infinito», diz Bento XVI"
       25/10: De onde vem a inspiração 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

DIFERENÇA ENTRE PIGMENTO E CORANTE

  Ola hoje falaremos sobre o que é pigmento e o que é Corante  
  Na arte usamos muito pigmento e corante (na nossa vida diaria tambem), mas voces sabem a diferença entre eles? Não! Entao voces irao descobrir neste video. Entende-los é muito importante para que aprimoremos nossos resultados artistícos sobre a composição dos elementos na arte. Pena que tem propaganda de produto.

 

Proximas Postagens:  27/09 Arte-Educação, ensinar para que?
04/10 - Artigo: Se os museus e as artes foram criados pela comunidade e para as comunidades, por que tamanha resistencia em conece-los ou visita-los.
    11/10  Historia da Arte: Arte Moderna
    18/10  "Cultura: Arte é «porta aberta para o infinito», diz Bento XVI"
              

terça-feira, 13 de setembro de 2011

SOBRE AS TINTAS: video e receita

   Quem nunca usou algum tipo de tinta? Nesta postagem de hoje serão mostrados videos sobre as tintas pois é fundamental que artistas e restauradores saibam pelo menos um pouco sobre o assunto. O primeiro video foi feito pela universidade de Paranavai e fala sobre a historia/evolução da tinta voltado para a arte.


 
Para finalizar, alunos do ensino medio mostram como se faz tint



Extração de pigmento natural de açafrão

Receita:
Num almofariz ou morteiro coloque
  • 1 colher de açafrão em pó
  • 200ml de álcool
  1. Moer a mistura por 5 minutos
  2. Coar em peneira fina para separar o pó
  3. Colocar a porção líquida em recipiente com tampa
  • A tonalidade pode clarear com mais quantidade de álcool
Aplicação: em tecidos naturais e papéis
Obs: acho que pode fazer isso com toda folha ou alimento que solta tinta basta experimentar

  fonte http://www.selapintura.com/ 

Proximas postagens: 20/09 diferença entre Corante e Pigmento
                               27/09 Arte-Educação, ensinar para que?
                               04/09  Historia da Arte: Arte Moderna

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PROPORÇÃO AUREA: formula da beleza

                                                                                Esquemas da proporçao aurea

Hoje o assunto a ser tratado falará um pouco de matematica, pois quem diria ela tambem pode ser usada na arte.
   Pois bem, falam que arte é instintiva porem neste instinto/intuição há uma regra de matematica que quando seguida dizem que ela é o numero da perfeição pois a maioria das obras de arte que possuem esta medida (porção aurea) chegaram a nivel maior de aceitação e gradabilidade aos nossos olhos. Esta porção aurea tambem foi observada na natureza e que agora sera mostrada em dois videos. Um deles que foi dividido em duas partes e sao do programa arte e matematica e o outro é um episodio exibido pela Disney com a apresentação de Michey e Donald


Video da Disney 

 

parte 1 Numeros Aureos PHI
                                               


parte 2 Numeros Aureos PHI 
 
 

E assim acabo a postagem do dia, espero que tenham gostado pois o proximo é:

Proximas Postagens
Dias:13/09 Video sobre as tintas (evolução e ate como se prepara)
      20/09 Video da diferença entre Pigmento e Corante 
      27/09 Arte- Educação, ensinar para que?
      04/09  Historia da Arte: Arte Moderna

terça-feira, 30 de agosto de 2011

SOBRE o CARTAZ NA ARTE e a ARTE PUBLICITARIAia

Cartaz de Toulosse Lautrec

  • A Arte do Cartaz
    A história do cartaz publicitário está intimamente ligada à da litografia. Esta técnica de impressão foi inventada por um compositor e autor de peças de teatro húngaro, Aloys Senefelder (1771 – 1834), que procurava imprimir, a baixo preço, as suas próprias partituras musicais. O processo baseia-se no princípio da repulsão entre a água e substâncias oleosas, uma pedra de calcário e uma placa de zinco ou de alumínio, para servir de base. Em 1816 abre em Paris a primeira impressora litográfica. Esta técnica permite a produção e difusão de imagens em massa, devido ao seu baixo custo. Os pintores e ilustradores rapidamente a adotaram e deram-lhe a importância que ainda hoje tem. A litografia também serviu de base às modernas técnicas de impressão, nomeadamente a offset.
  • A arte publicitária
      O pintor francês Jules Chéret é o primeiro, em 1860, a criar cartazes publicitários de carácter artístico. Ele teve a ideia de combinar a imagem com um texto curto, que permite uma leitura rápida e a percepção clara da mensagem. Foi Chéret o primeiro a compreender a importância da dimensão psicológica da publicidade ao elaborar cartazes baseados na sedução e no impacto emocional. Para tal utiliza a imagem da mulher, bela e etérea, viva e alegre... A cromolitografia, que ele aperfeiçoa, permite-lhe obter rapidamente grandes tiragens, à medida que adquire o controle perfeito das cores. A utilização de pedras de grande porte permite a produção de cartazes enormes, visíveis à distância. Graças a tintas resistentes à chuva, torna-se possível a afixação de cartazes no exterior, nas paredes e nas colunas para cartazes: nasce a arte mural. A paisagem urbana parisiense muda completamente: ao criar imagens de grande formato,com cores vivas e ilustrações sedutoras, Chéret sabe atrair como ninguém o olhar do espectador e abre assim o caminho à arte publicitária. Em finais do século XIX, muitos outros pintores seguem a tendência e se dedicam a esta arte, cujo estilo vai evoluir com os diferentes movimentos artísticos da época.
  • Os estilos
   Com a invenção do trem na segunda metade do século XIX, as companhias de caminhos de ferro como a PLM (Paris-Lião-Mediterrâneo) fazem numerosas encomendas aos artistas a elogiarem as estações de veraneio do litoral e da montanha, em particular as da Côte d’ Azur. Em todas as gares de França e nas paredes de todas as grandes cidades europeias surgem vistosas imagens sedutoras, típicas da época, e que vão criar o mito da Riviera. As suas dimensões, padronizadas, são condicionadas pelos painéis de afixação das gares e dos sindicatos de iniciativa. Os cartazes revelam paisagens magníficas, de céu sempre azul, uma vegetação exótica e luxuriante, palácios de luxo, personagens elegantes e locais de espectáculos, de festas e diversões... Um dos representantes mais ilustres desta corrente é sem dúvida o pintor de cartazes Hugo d’Alesi, com as suas tiragens ricas em cores, que ele apelida de simili-aquarelas, de tanto se parecerem com pinturas; mas também podemos citar Willette, Julien Lacaze, Henri Ganier, dito Tanconvill.
    As imagens de traço rebuscado onde a representação da mulher é onipresente, são realçadas com decoraçõe florais, cartelas e medalhões. Estes cartazes convidam ao veraneio a aristocracia e a alta burguesia da Europa e da América e fazem sonhar toda uma população que não tem os meios de custear a viagem. Numa época em que as férias ainda estavam reservadas a uma élite, os cartazes ofereciam evasão e exotismo instantâneos aos curiosos que ao tempo se entretinham a admirá-los.
     Por volta de 1920, após a Primeira Guerra Mundial, o estilo figurativo e pesado dá lugar a um novo estilo que se inspira na Arte Déco. O detalhe desaparece para se valorizar a forma e a cor, a imagem de traços escorreitos e com vários planos coloridos. E assim a clássica representação da paisagem é trocada por outros temas mais simbólicos, que tornam a mensagem publicitária mais direta, e o cartaz lê-se numa olhadela. Roger Broders, um dos maiores pintores de cartazes deste período, cujo lema era «passamos, vemos, registamos» realiza uma série completa sobre as principais estações da Côte d’Azur. As imagens que acompanham o texto, próximas do cubismo e da tipografia, são tratadas com uma preocupação de equilíbrio, como tão bem o demonstra o cartaz sobre a Escola de Esqui da Côte d’Azur de Simone Garnier. É nesta mesma época que o muito mundano Jean-Gabriel Domergue inventa a pin-up sensual e a estrela traquina como a jovem do cartaz de Monte Carlo.
    Após a Segunda Guerra Mundial, cerca dos anos 50, surge um novo estilo, o do cartaz dito de artista ou de galeria. Os grandes mestres como Picasso, Matisse e Chagall vão experimentar a técnica litográfica para produzir cartazes, entre outras coisas. As encomendas das câmaras de cidade e dos organismos de turismo geram inúmeras criações para a promoção da Côte d’Azur ou o anúncio de manifestações culturais: eventos artísticos, festivais de música, exposições de pintura.
   Hoje o cartaz é considerado como um medium artístico de pleno direito, refletindo a evolução das correntes artísticas. Os da Belle Époque, embora tenham sido impressos em grandes tiragens (que chegavam a 5.000) tornaram-se muito raros. Testemunho precioso da nossa história, de alguns deles apenas resta um ínfimo número de exemplares. Ciosos da sua preservação, as instituições patrimoniais, em especial os Arquivos Provinciais, trataram de os colecionar.
  • A Côte d’Azur e o cartaz
 *Os artistas e pintores de cartazes e a Côte d’Azur

    O filósofo Nietzsche não foi o único a se apaixonar por este «paraíso francês». Desde a Belle Époque, a Côte d’Azur, terra de eleição, cativa muitos escritores: Prosper Mérimée, Guy de Maupassant, Guillaume Apollinaire. Mas foram os pintores que marcaram indelevelmente a história da região, atraídos pela sua luz incomparável, brilhante e contrastada a um tempo, e que possibilita novos caminhos na evolução da sua arte. A começar pelos impressionistas, como Claude Monet, que estadia várias vezes na Côte (em 1884 e 1888) onde pinta, infatigável, as paisagens a diferentes horas do dia.
   Na primeira metade do século XX, a descoberta da região pelos pintores modernos como Matisse, Dufy, Cocteau, Picasso, Chagall, Léger, Braque, Miró e Carzou leva alguns deles a instalarem-se aí definitivamente. A seguir à guerra vêm juntar-se-lhes outros, como Hilaire e Tobiasse. A sua presença na Côte vai dar origem a uma intensa vida artística. As exposições sucedem-se nas galerias de pintura que abrem as suas portas. O «cartaz de artista», popularizado nos anos 20 pelo litógrafo-tipógrafo parisiense Fernand Mourlot, tem então uma expansão considerável. Criado para anunciar eventos culturais, depressa se transforma num novo meio de expressão. Reforçados pela sua fama, considerados como os melhores embaixadores de uma região que tanto amam, os pintores recebem por sua vez numerosas encomendas de cartazes para a promoção turística da Côte d’Azur. E logo o tipógrafo Mourlot se afirma junto destes artistas, fazendo alguns descobrirem a técnica da litografia.

Fonte: http://www.artmuseum.gov.mo/showcontent.asp?item_id=20050430020100&lc=2 

Proxima postagem 06/09 proporção da beleza na arte

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